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O trabalhador é quem paga

A bagunça e a insegurança geradas pela falta de educação e de informação estão nos levando a um grande precipício. A política individualista em troca de um governo para o povo é um caminho contraditório, arcaico e só presenciado em sociedades retrógradas. O problema não vem só desse momento, mas também de um conjunto de políticas que se perpetuam há décadas.

O governo, em vez de investir em escolas com padrões de excelência, promove, através de "bolsas isso e aquilo", complexos "cursos sedentários" que praticamente só formam "nem nem". A carência de mão de obra é nítida até nos pequenos negócios. Quando vamos a uma loja ou restaurante, percebemos que a maioria dos funcionários desconhece suas atribuições básicas. A juventude tem que se especializar; o Brasil necessita se modernizar, crescer.


Precisamos de educação para o nosso povo, seja o indivíduo negro, branco, pardo, baixo, alto, castanho ou louro. Escolas que realmente eduquem para entendermos de fato qual o nosso verdadeiro papel na sociedade.


Em nenhum país é aceitável que os programas sociais se eternizem, tornando seus beneficiários verdadeiros submissos do erário produzido pela massa trabalhadora. Pobres, ricos e, principalmente, a classe média pagam diariamente através de suados e exorbitantes impostos a dependência causada por esse processo. Precisávamos urgentemente de um sistema que ajudasse os miseráveis, mas não pelo simples assistencialismo, e sim através da capacitação.


Enquanto o governo aumenta o gasto público, principalmente em discursos com linguagem excessivamente publicitária e em obras faraônicas com grandes arenas para manter a política panem et circenses (pão e circo para o povo), como uma das formas de conter a revolta popular, a seca secular do nordeste continua castigando o sertão e os apagões são uma realidade presenciada em diversas cidades, e agora de responsabilidade do consumidor, que deverá arcar com o repasse do custo maior pela energia.


O transporte público é ruim para o usuário. A sobrecarga do sistema, aliada à falta de conservação e de planejamento, faz com que o trabalhador sofra diariamente. Nos ônibus, passageiros e motoristas se gladiam por besteiras, chegando ao cúmulo de já haver assassinato entre a dupla. Só quem precisa usar os trens todos os dias pode avaliar a caótica situação, com trocas de ramais sem prévio aviso, atrasos, descarrilamentos e acidentes. O metrô, que já foi o nosso ícone de conforto e confiabilidade, atualmente é desprezado devido à superlotação e à sobreposição de linhas. Isso sem mencionar a questão da segurança, infelizmente.


As cidades precisam de transportes eficientes para seu desenvolvimento. Na maioria das metrópoles desenvolvidas, a locomoção é um dos principais fatores que contribuem para a distribuição igualitária de renda e moradia. Na cidade do Rio, principalmente, é fundamental que se descentralize a mão de obra e os serviços das áreas Centro/Zona Sul, que se encontram sufocadas. É necessário investimento maciço em linhas de metrô e VLT que atendam e interliguem modais através das Zonas Norte e Oeste.


Outro dado preocupante é a informação sobre os problemas que o país enfrenta para manter estoques de vacinas e soros, publicado no blog "Pílulas" (http://blogs.estadao.com.br/pilulas/), do Estadão, no dia 8 de abril. Segundo a matéria, "entre junho do ano passado e fevereiro desse ano houve um déficit de mais de 1 milhão de doses de BCG só para o Estado de São Paulo (...)". Entre os soros, a falta dos antitetânico e antirrábico também preocupam a Sociedade Brasileira de Infectologia.


Nós queremos mudar o discurso, sermos mais otimistas em relação ao futuro, mas infelizmente as deprimentes notícias e escândalos que não param de aparecer na mídia não nos possibilitam outra alternativa no momento.



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