Editora Posto Seis

Editora Posto Seis
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 1.133 loja 111
Cep. 22070-010 - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 2523-7853 - Fax: (21) 2521-9597

Editorial | Publicidade | Jornais de Bairros | Mapa Turístico | Contato

Jornal Posto Seis

Edição 439. Clique para ampliar...

Especiais Posto Seis

Edição 2015 - Natal. Clique para ampliar...

Jornal Via Ipanema

Edição 103. Clique para ampliar...

Jornal Via Flamengo

Edição 109. Clique para ampliar...
SurfRio
Solar Meninos de Luz

Últimas Notícias


26/07/2016:
Espaço Cultural BNDES recebe espetáculos da série MPB - A Alma do Brasil
Leia mais...
26/07/2016:
Bossa Nova Mall recebe pocket show Tico Santa Cruz canta Cazuza
Leia mais...
20/07/2016:
Encontros noturnos no Leme promovem prática de inglês gratuitamente
Leia mais...
20/07/2016:
Instituto da Criança minimiza problemas sociais transformando ideias em realidad
Leia mais...
15/07/2016:
Restrição em horário de entrega de mercadorias afeta comércio de Copacabana
Leia mais...
04/07/2016:
Centro Cultural Justiça Federal divulga programação de julho
Leia mais...
28/06/2016:
Renascença lança a FliSamba - Festa Literária de Resistência Cultural
Leia mais...

Mutirão de limpeza recolhe lixo do mar de Copacabana

O grupo "Natação no Mar", com apoio do Jornal Posto Seis, realizou um mutirão de limpeza nas águas da Praia de Copacabana, nas imediações do forte no dia 21. A ideia era recolher dejetos diversos de dentro do mar melhorando o ambiente submerso para os competidores olímpicos e para os nadadores. O sucesso da iniciativa foi tanto que, de uma ação pontual, o trabalho resultou na criação do projeto "Nadadores Conscientes", que deve se reunir com periodicidade para repetir o trabalho.

A ação concentrou-se entre as ruas Joaquim Nabuco e Francisco Sá, em um trecho a cerca de 10m da praia. Os materiais recolhidos foram diversos. Além de muitos pedaços de madeira de todos os tamanhos, os voluntários tiraram do mar também três tapetes, uma mochila, duas carteiras, um saco fechado de 2kg de sabão em pó, uma embalagem de desinfetante, peças de roupas diversas, cartões de crédito, garrafas PET, calçados, pratos e muito mais. Um dos idealizadores do movimento, Roberto Miranda, chama a atenção para a quantidade de sacos de nylon com areia encontrados dentro da água: "A Prefeitura tinha que solucionar esse problema. Eles são usados como base nas obras na areia e as ressacas os levam. O ideal seria proibir o uso deles", opina. Na ocasião, dezenas podiam ser vistos na areia, longe de qualquer estrutura que justificasse a presença deles protegendo-a, levados pela força das ondas no dia anterior.

Roberto conta que, no trecho abrangido, há mais materiais para serem recolhidos, inclusive um contêiner de lixo e pneus (sendo um de caminhão) - no entanto, a visibilidade dentro d'água era pequena no dia do trabalho, o que fez com que esses itens não fossem enxergados. Por isso, ele defende que o recolhimento ocorra periodicamente: "A ideia é angariar mais pessoas para otimizar o tempo", explica.

Outra incentivadora da limpeza é a coordenadora do Natação no Mar, Marie de Loys: "Considero o saldo negativo em relação ao que foi retirado. Essas coisas não pertencem ao mar. É lixo caseiro. Imagina quanto tirariam se fizessem isso do Posto 6 ao Leme? A gente usufrui da praia, também temos que fazer essa outra parte". Ela relata que, na medida em que o lixo era tirado do mar, diversos animais saíam do meio deles, como siris (que foram devolvidos para a água). "Ainda existe vida no meio da sujeira", observa. Durante os trabalhos, um voluntário encontrou um polvo vivendo dentro de uma garrafa PET cortada ao meio.

A quantidade de detritos alarmou também a nadadora Cláudia Cardoso, que frequenta o grupo há quatro anos. "É assustador imaginar que as pessoas são tão descuidadas com o meio ambiente. A questão do meio ambiente tem que ser muito discutida e solucionada. O principal é a educação. Todo lixo tem seu dono. Quem deixa um tapete no mar para ser levado?", questiona. Em outra ocasião, ela já participou de outro mutirão, dessa vez na Baía de Guanabara, onde recolheu até televisões, sofás e pneus.

O resultado da ação agradou o jornalista Mauro Franco, que, junto com Roberto, planejou o trabalho naquela data. Devido à quantidade de material retirado das águas, ele criou o grupo Nadadores Conscientes, que se juntará em determinadas ocasiões para repetir a ação, mantendo o espaço limpo. "Esse é um trabalho que todos devem fazer. Me espanta, mas não mais me surpreende, assistir um banhista mergulhar, ver um saco plástico boiando ao seu lado e não retirá-lo. Ensinei meus filhos e, agora, meus sobrinhos em ajudar ao mar respirar. Quem consegue viver enrolado num saco plástico? Eu e Roberto criamos a ideia de fazer esse trabalho junto com o grupo do projeto Natação no Mar, do Luiz Lima. A aceitação foi maravilhosa e a participação foi o resultado de sucesso. Em setembro, realizaremos outro mutirão. Agradeço a todos os envolvidos", conclui Mauro.



FaceBook...
Flickr...
Mantenha-se informado:
 
Rio Turístico...
Turismo...
Resumo das Telenovelas...
Condomínio...
Comunidade...
Gourmet...
P6 Saúde...
Mapa de Copacabana (1.3Kb)
Clique para fazer o download...
Mapa de Ipanema (1.4Kb)
Clique para fazer o download...
Locais de Distribuição:
CLIQUE AQUI!
 
Compras Coletivas...
Compartilhe...
Compartilhe...
Compartilhe...
Compartilhe...
Industria Virtual...

Os textos assinados são de responsabilidade dos autores,
que os cederam gentilmente e podem não refletir a opinião do editor.