Editora Posto Seis

Editora Posto Seis
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 1.133 loja 111
Cep. 22070-010 - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 2523-7853 - Fax: (21) 2521-9597

Editorial | Publicidade | Jornais de Bairros | Mapa Turístico | Contato

Jornal Posto Seis

Edição 427. Clique para ampliar...

Especiais Posto Seis

Edição 2015 - Natal. Clique para ampliar...

Jornal Via Ipanema

Edição 098. Clique para ampliar...

Jornal Via Flamengo

Edição 104. Clique para ampliar...
SurfRio
Solar Meninos de Luz

Últimas Notícias


04/02/2016:
Soraya Ravenle e Marcelo Caldi apresentam-se na Sala Baden Powell
Leia mais...
03/02/2016:
Vigilância Sanitária alerta foliões sobre alimentação no carnaval
Leia mais...
02/02/2016:
MetrôRio terá esquema especial para blocos de rua neste fim de semana
Leia mais...
29/01/2016:
Por Dentro da TV
Leia mais...
22/01/2016:
Desfile da Banda de Ipanema altera itinerário do Metrô Na Superfície
Leia mais...
22/01/2016:
Vigilância Sanitária alerta sobre alimentos e medicamentos após período chuvoso
Leia mais...
19/01/2016:
Especialistas tiram dúvida sobre o zika vírus no Quiosque da Globo
Leia mais...

Jornalista Mauro Franco reúne-se com representantes do turismo


Reinaldo Paes Barreto, Mauro Franco e Claudio Poty

O jornalista Mauro Franco se reuniu com o vice-presidente da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Turisrio), Reinaldo Paes Barreto e o diretor de operações da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Claudio Poty, para discutir assuntos referentes ao setor. Um dos assuntos debatidos foi o projeto de instalação de um recife artificial na Praia de Copacabana, o que traria inúmeros benefícios para o bairro, atraindo visitantes para a cidade.

Franco observou que o bairro é uma área onde a prática de esportes aquáticos é uma tradição, assim como o recente, o stand up paddle (SUP), e por isso, ao ler sobre a ideia do recife no Japão, em meados dos anos 1990, imediatamente associou à prática. Na época, era discutida a implantação de um em Santos (SP), onde era previsto um sistema de turbinas que gerariam energia elétrica suficiente para iluminar toda a orla da cidade. Pouco tempo depois, em uma viagem ao Havaí, o jornalista observou as ondas em Waikiki, um dos principais atrativos turísticos da região, e impressionou-se com o sucesso levado pelos surfistas de long board, que, junto com suas famílias, gastavam dinheiro hospedando-se nos hotéis luxuosos e nas lojas de artigos esportivos.


No início dos anos 2000, ele se reuniu com outra pessoa, Helmo Carvalho que já idealizava o projeto. Para tentar emplacá-lo, Elmo encomendou testes como aerografia local e medição de bancos de areia. A análise, junto com outros órgãos, comprovou que, em caso de ressacas, as ondas seriam afastadas do calçadão, evitando situações em que a força delas é responsável por quebrar o calçadão, cuja manutenção gera custos. A partir de sua proposta, foi feita uma maquete no Instituto Nacional de Projetos Hidroviários há cerca de 10 anos.


A partir de então, o jornalista enxergou no possível futuro projeto diversos outros benefícios, como a criação do primeiro ponto de mergulho de tanque saindo da areia no Rio de Janeiro. A prática, comum em diversos lugares do Caribe como Aruba e Curaçao (onde a modalidade é um dos chamarizes de turistas), não é desempenhada no país e, apenas no município do Rio de Janeiro, existem milhares de mergulhadores cadastrados. O único ponto de mergulho existente na cidade é o Arquipélago das Cagarras, onde o esporte era liberado (desde 2010, ele passou a ser coordenado pelo órgão gestor do monumento natural), era necessário um grupo mínimo, que deveriam alugar uma traineira própria para mergulhadores (necessário para o transporte dos equipamentos), o que encarece a atividade e afasta os interessados. Por isso, eles também seriam beneficiados, já que o recife atrairia fauna e flora marinha. Para ele, isso chamaria um novo grupo de turistas com mais poder aquisitivo, o que movimentaria a economia de Copacabana e, consequentemente, do Rio.


Essa medida poderia resolver ainda a diminuição da faixa de areia do Posto 6 e o assoreamento do Leme. Quando a Avenida Atlântica foi alargada, toda a orla recebeu a mesma quantidade de sedimentos, distribuída a partir de quatro tubulações localizadas entre as ruas Anchieta e Almirante Gonçalves. No entanto, com o passar dos anos, o mar transferiu o material de uma extremidade à outra, causando a diferença. Franco lembra que, há cerca de 15 anos, era possível estacionar três filas de barcos da Colônia de Pescadores Z13 e ainda sobrava espaço para os banhistas. Atualmente, cabe apenas um. Atualmente, sem um projeto marinho que faça a distribuição ordenada da areia, seria transportar o excedente através de diversos caminhões, o que geraria custos muito altos e seria necessário novamente após algum tempo.


A colônia poderia ser beneficiada também com a construção, já que seus profissionais, devidamente habilitados, poderiam conduzir mergulhadores e surfistas até o local a bordo de jet skis. Além disso, eles poderiam desenvolver piscicultura, o que aumentaria suas rendas. Barreto lembrou que, no Chile, existe uma instituição, a Universidad Del Mar, onde os alunos estudam diversos aspectos sobre o meio, o que poderia resultar em um convênio estudantil.


Poty reconheceu que na época em que Carvalho tentou levar o projeto adiante, não havia união entre os poderes municipal, estadual e federal, diferente do que ocorre hoje em dia. Para Franco, seriam necessárias aprovações dos três para a ideia do recife artificial ser alavancada.

Outros projetos para a cidade também foram debatidos e o interesse do órgão motivou muito o jornalista. "Trocar ideias com órgãos competentes do turismo em nossa cidade é primordial para um crescimento salutar. Essa é a atividade que mais arrecada impostos na Europa, Caribe e EUA. Não é possível a cidade do Rio de Janeiro continuar tão atrasada na questão do planejamento e organização do turismo. Não basta atrair apenas grandes eventos e deixar a questão do 'laissez faire' tomar conta e torcer para que dê certo. É preciso planejar, estruturar e tentar demover a esfera legislativa sobre a importância dessa fantástica indústria sem chaminé" - conclui Mauro Franco.



FaceBook...
Flickr...
Mantenha-se informado:
 
Rio Turístico...
Turismo...
Resumo das Telenovelas...
Condomínio...
Comunidade...
Gourmet...
P6 Saúde...
Mapa de Copacabana (1.3Kb)
Clique para fazer o download...
Mapa de Ipanema (1.4Kb)
Clique para fazer o download...
Locais de Distribuição:
CLIQUE AQUI!
 
Compras Coletivas...
Compartilhe...
Compartilhe...
Compartilhe...
Compartilhe...
Industria Virtual...

Os textos assinados são de responsabilidade dos autores,
que os cederam gentilmente e podem não refletir a opinião do editor.