Rio de Janeiro, sexta-feira, 5 de setembro de 2008
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Editorial - 1ª quinzena de setembro

Sábado em Copacabana

Sábado, 16 de agosto de 2008, a notícia triste ecoa - morre um dos maiores ícones da Música Popular Brasileira: Dorival Caymmi.
Sábado de abril de 1998, na casa de Caymmi, na Rua Souza Lima, fomos recebidos por ele e sua esposa, D.Stella, como fôssemos amigos desde a infância. Simples, atencioso, conversou sobre sua trajetória artística. Ex-morador do Leblon, bairro que gostava, escolheu Copacabana para ser seu lar.
Com seu violão, à beira da janela, cantando e tocando, com seu jeito brejeiro, Dorival Caymmi relatou que adorava o final da noite no bairro onde, na Av.Atlântica, preferencialmente nos restaurantes Lucas e Alcazar, conversava e aproveitava para beber seu chope e petiscar algumas delícias.
Pedimos licensa ao leitor para reproduzirmos depoimentos espetaculares da edição 28 do Jornal Posto Seis:
-O que mais lhe agrada no bairro? O que mais gosto é da convivência, da cordialidade. Especialmente na barbearia e na banca do Chico, tem sempre alguém conhecido que me pergunta se estou morando aqui ou na Bahia.
Agora, prezado leitor, preste bem atenção na simplicidade extremamente complexa deste poeta de Copacabana:
-O que mais lhe desagrada no bairro? Não tenho tendência a não gostar de alguma coisa em Copacabana. Gosto de Copacabana por razões viscerais; não há como me desligar deste bairro. Naveguei muito de barco, andei de bicicleta... não posso evitar esse sentimento. Copacabana tem que se amar. Só quem não ama Copacabana é capaz de sujá-la. E é assim, são coisas de Copacabana.
Obrigado Dorival Caymmi por nos ensinar o quanto é importante a simplicidade, a cordialidade e por seu amor intrínseco por esta comunidade.
O céu está mais doce, colorido com sua musicalidade e por aqui você deixa o legado do verdadeiro intelectual do cotidiano do mar. Sua obra estará sempre entre nós - vizinho tão ilustre.

Por Mauro Franco


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