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Orquestra Violões do Forte e Shalom realiza apresentação gratuita no Forte de Copacabana


Dia 29 de abril, às 18h, a Orquestra Violões do Forte de Copacabana e Shalom realiza mais uma apresentação gratuita, às 18h, no Forte de Copacabana, promovendo seu tradicional resgate a grandes compositores da MPB. O grupo, composto por 25 jovens de diferentes bairros do Rio de Janeiro, contará com a participação do saxofonista Gabriel Ferreira. O concerto tem regência de Luiz Potter e direção artística de Márcia Melchior.


Gabriel Ferreira, músico saxofonista e apaixonado por MPB, começou sua história musical na orquestra da igreja onde fazia parte. Depois passou pela FAETEC e em seguida, conseguiu uma vaga na Orquestra Violões do Forte de Copacabana, que foi um divisor de águas no seu desenvolvimento musical. Atualmente com 26 anos, tem em seu currículo diversos shows pelo Brasil, além de gravações e participações em shows com Gilberto Gil, Geraldo Azevedo, Antônio Carlos e Jocafi entre outros nomes.


A Orquestra Violões do Forte de Copacabana e Shalom tem como objetivo garantir o encaminhamento profissional de seus membros. “Não adianta os participantes ficarem dois, três anos e saírem com 21. Vão pra rua? Vão sobreviver como? A maioria dos projetos é assim”, conta Márcia, que recebeu aval do comandante da fortificação para que os músicos só saiam do conjunto empregados. Durante a permanência, todos recebem aulas de reforço de português e matemática.


“Todo ano temos cinco ou seis entrando no Exército ou na Marinha como sargentos músicos, mas não são todos que querem esse caminho. Há o Felipe, por exemplo, que é do Dona Marta e está fazendo Doutorado em Sociologia. Entrou no Forte comigo aos 14 e agora tem 24 anos”, comemora, mencionando que os músicos com mais tempo no projeto também ajudam os mais novos nos aprendizados.


A orquestra é idealizada pelo Instituto Rudá e conta como mantenedores o Grupo Shalom e a CNOOC – China National Offshore Oil Corporation, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Já os patrocinadores são a TIJOÁ–Energia, Vibra-Energia e Instituto Cultural Vale, via Lei Federal de Incentivo à Cultura; e também da ONS-Sistema Nacional do Sistema Elétrico e Prefeitura do Rio/Cultura, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O projeto conta ainda com o apoio cultural da FHE-POUPEX e Associação de Arte e Cultura RioMont.

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